novembro 23, 2012
[ ENCONTRO 2012 ]
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novembro 15, 2012
“You met Mia yet?”
_Tô atrapalhando?
_Não. É que, ahm...
_Bom, cê disse que eu podia vir te visitar quando eu quisesse... – ela arqueou as sobrancelhas e os meus olhos se perderam por um segundo no seu sorriso, indefesos – ...não?
_Ah, tudo bem... – ela piscou na minha direção e foi entrando – Te faço companhia!
_Ainda tô, Mia.
_Essa.
_E você contou... – a olhei de relance, colocando um pedaço no prato – ...que vinha aqui?
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novembro 13, 2012
Sumiço
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novembro 11, 2012
[ CONTEÚDO EXCLUSIVO ]
Postado por • the girl fucking Mia • às 14:16 0 comentários
Marcadores: Exclusivo
novembro 10, 2012
Círculos
Demorou uns minutos. Mas assim que vi ela descer do táxi do outro lado da rua, com uma mochilona nas costas e o cabelo preso num coque improvisado sobre a cabeça, com uns ares de quem tinha passado os últimos dez dias na estrada, sorrindo ao me ver, eu já tinha esquecido quem era a porra da Mia. Ansiosa para dar o primeiro beijo do ano na Clara. Que saudade desgraçada que eu tava, fiquei em pé, na mesma hora. E ela pulou no meu colo, me abraçando empolgada; o meu pé cedeu, meio tropeçando no meio fio. Caímos as duas juntas para trás – ela em cima de mim, rindo – e nos beijamos ali mesmo, esparramadas na calçada, conforme as pessoas passavam nos olhando feio.
_Vamos, vamos.
_Eu não dou a mínima.
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Marcadores: Clara
novembro 04, 2012
A porta aberta dos perigos
Postado por • the girl fucking Mia • às 11:27 8 comentários
Marcadores: Músicas
novembro 01, 2012
¡Oh my corazon!
Postado por • the girl fucking Mia • às 23:52 15 comentários
outubro 18, 2012
Ainda bem, ainda bem
_Eu imagino.
_Toda nossa vida, meu... – tentei falar e senti a tristeza escapar entre as palavras, escalando garganta acima contra meus esforços – ...toda lembrança que eu tenho, aqui ou de quando a gente morava em Santo Amaro, qualquer merda que fiz na minha vida, velho, ele tava sempre comigo. No quarto do lado ou na rua debaixo. E agora eu tenho que pegar uma porra de um ônibus que leva quarenta minutos para ver o Fer. O Fer, mano! É bizarro.
_Ei. Mas cês ainda vão se ver, linda... – ela me olhou e sorriu, apoiando a cabeça no meu ombro – Vai ser estranho agora, hoje, amanhã, mas logo cê vai se sentir melhor. E vocês vão se acostumar, sabe, até conseguirem mudar isso, achar algo que funcione melhor.
_É. Sei lá...
_Flor, não fala assim! – me repreendeu – Eu sei o quanto você ama o Fer e o quanto você tentou nesses últimos meses, como você ficou do lado dele. É uma situação complicada.
_É. Mas...
_Nada.
_Linda? – a Marina insistiu, notando algo estranho – O que aconteceu?!
_Nada. Não quero falar sobre isso.
_Flor, não faz isso. Não guarda as coisas. Conversa comigo – pediu.
_E-eu... – respirei fundo, sentindo o peso devastador de cada palavra que estava prestes a confessar – ...f-fiquei com a Mia de novo, ontem.
_Com a Mia? ONTEM???
_Foi?
_Claro que foi! A, a Mia que veio pra cima, meu... – me justifiquei, já sabendo que estava errada – ...e e-eu... eu gosto dela, porra, você sabe que, que eu... não sei. Não sei! Eu. Não. Sei. Tá? A, a gente tinha bebido e... – passei a mão no rosto, frustrada – ...não foi planejado, a g-gente... Argh!
_E a Clara?
_Não é assim, Má, isso não muda nada. Ontem foi, f-foi um erro... – garanti – ...eu tô com a Clá.
_Hum. Foi o que você disse da última vez, não foi?
_E você não acha que ela tem direito de saber? – a Marina me interrompeu, sem paciência – Hein?!
_Acho. Mas é que e-ela, ela não entenderia... – senti o meu coração doer com a possibilidade de perdê-la – ...quer dizer, ela... diz que sim, mas eu sei que não. Nem a pau. Não a Mia. E eu não quero foder as coisas entre a gente. Não por uma noite, não por isso. E-eu sei o que parece, mas você tem que acreditar, Má. Eu amo mesmo a Clá, é com ela que eu quero ficar. É só que... – balancei a cabeça, confusa – ...às vezes, com a Mia, e-eu... não sei, eu não consigo evitar. Eu amei ela por, por tanto tempo e, e me fode demais a cabeça.
_Tudo bem. Mas não acho que a escolha seja só sua. Se eu estivesse no lugar da Clara, do Fer, eu ia querer saber, você não?
_Não é sempre tão simples assim.
_Céus...
_E-eu sei. Eu sei, tá? – me irritei comigo mesma – Nem eu suporto as coisas que eu tô dizendo. Mas eu não sei o que fazer, Marina!
_Escuta, vamos deixar uma coisa clara, não é um erro se continua acontecendo – sua voz ficou séria – E você precisa ser muito honesta consigo mesma sobre o que realmente foi e como você quer tratar as pessoas com quem você se importa. Se esforçar um pouco mais, sabe, não ser tão egoísta.
_Uau – deixei escapar um riso, ofendida – Valeu.
_Você sabe que é verdade. Eu não tô tentando ser escrota, flor, mas se você pensa que não tem problema só porque ninguém viu, se você acha que tudo bem sair por aí fazendo suas vontades contando que seja em segre...
_Eu não disse isso, Marina – a cortei.
_Ótimo. Porque eu me recuso a aceitar que você queira ser essa pessoa de novo. As coisas mudaram, flor. Você tá num relacionamento. E não é porque você e a Mia se livraram uma vez, que tudo bem sair se pegando quando dá na telha. Você tem que tentar se lembrar, sabe, de como se sente depois, de como isso te destruiu, de como quase acabou com a sua amizade, de como afetou o relacionamento deles. É isso o que você quer para você e a Clara? Porque não dá para você continuar assim aí, querendo ter as duas coisas... – argumentou – ...ou alguém vai se machucar.
_Espero que saiba o que vai fazer, flor.
Postado por • the girl fucking Mia • às 11:53 21 comentários
outubro 11, 2012
O ninho
_Não, de boa...
_Mano... – ele se reajeitou contra a parede e deu um trago, soltando a fumaça pro lado – ...não começa com essas bichices, velho, já... – os seus olhos marejaram, desconfortável– ...já t-tô na merda pra caralho, meu. Se logo você for...
_Hum, diz... – o empurrei com a lateral do corpo e forcei um sorriso, mudando o clima da conversa – ...cê vai chorar?
_É, vai brincando... – ele riu também, com os olhos vermelhos.
_Dorme comigo hoje?
outubro 06, 2012
Maldade
Inclinei o corpo na direção da Mia, a segurando pela cintura, num beijo descomedido. Sequer pensei. Em pé no hall de entrada do seu prédio. Colada à tua boca, a minha desordem – o meu vasto querer. O incompossível se fazendo ordem*. E toda vez que a sua boca juntava com a minha era como se tentassem compensar todos os beijos que não demos naqueles meses todos. Sabe como? Com uma
Postado por • the girl fucking Mia • às 09:17 0 comentários
